sexta-feira, 24 de março de 2017

notas

 Entre as discussões entorno da “questão da formação”, o problema  mais central, assim me aprece, no âmbito das teoria critica contemporânea e no centro de um compromisso com a atualidade de filosofia e sua potencialidade constelativa, que tem haver com uma capacidade de alguns filósofos de agrupar dimensões mais ou menos dispares em imbróglio que a principio nos parecem irreconstituiveis e irreparáveis, tem sido então a questão de “como nos tornamos quem somos”.


Este tem sido um problema de pesquisa, uma pergunta que tem encontrado algum espaço entre os pensadores do que se tem chamado ciências humanas, no entanto há muitas dimensões ou extensões deste problema que não se esgotam e nem podem ser completamente aproveitados apenas com o nosso arcabouço Teórico.