sexta-feira, 4 de maio de 2012

Insigth

I É, pois, que a nau da vida me tem posto inquieto.
Por conta da frieza crua das fachadas
Imprimidas em todas as coisas.
Como panacéia fosse
De toda a vida, essa assepsia
que constroem para consigo.
Pás pessoas-grande-humanas.
Daí porque a pungente surpresa da
Capacidez tão ampla desse meeting incomum
Que hoje pude viver
Há que se inventar, arestas para
que tenha-mos arautos longos
E lânguidos de limpeza honesta
nas idéias Frugais
Quando da construção impar destas
No tempo único que pode perceber.
Também dever-se-ia dar-se-mo-lo
para que, Desarte a nossa imbricadura
de multipluralidades
De idéias e o moto idem na amplitude, no tocante.
A linguagem quando das inserções
Ou intersecções que, sobrepõe ou
suprapõe delicadamente.
Idéias, coisas, entes e ou, os outros
e mais, aí.
Pudesse-mos ainda reverter
o ônus que
Nos causa essa expropriação.

II A urdidura frágil e fria do tempo
Que se-me avilta rachaduras finas
E longas, day in day out,imprimindo
Pequenas corruptelas no tedline dos dias que
Nos perpassam vagarosamente pelas
superqadras do tempo
O tempo no pulso pendente e preso
Engendra tiquetaqueando investiduras, degenerescentes,
Como o são as pessoas que deles se dispõe.
Dando-se-lhes um qualquer
sentido de continuidade.

III Escrever, apagar enquanto voa a borboleta.
Cada multiplicitude sinestésica
observável Nos pedaços de tempo que percebe-se
Nos entretantos, que caem da arvore.
Dos dias, maturados pouco a pouco.
Nas luminuras finas intrínsecas das nuvens
Da gente humana toda

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