terça-feira, 24 de abril de 2012

Meia noite em Paris

Outro dia estive assistindo a um filme De um americano, digo do Woody Allen, sobre um Escritor saudosista, que vivia uma constante nostalgia De que a cidade parecia mais bonita Sob a chuva. Bem logo que possível Fiz essa experiência, pus-me numa qualquer roupa de molhar e sai caminhando. Pois ei-la ai a chuva e o que vi foi, Por entre o nublado premente, da cidade envolta na bruma fria, O cinza do asfalto espelhado,pessoas solidárias Umas e outras debaixo dos guarda-chuvas (umas das outras) Molhado-tristes, molhado-irritadas, e Todo tipo mais de expressões nas caras da gente transeunte Sob a pachorra chuvinhente. Mas que me importa tudo isso?Nada mais que isso Observo as gotas batendo nos rostos Cansados, calidamente, refestelando-lhos da crueza. Fria da urbe.

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