sábado, 29 de dezembro de 2012

Dawn


Never mind
I hope
To build
With my worlds
New place
Where nobody
Putting us down.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Asa da graúna


La são já
N dias
Por essas plagas
Que cheguei
E se já me invado
Dum fado silente
E servil
Me encho de
Andar ate o outro lado
Da chuva
Para além da várzea
Em nenhures
Onde me tenho
Perdido inteiro
De margaridas
Ai quão bela terra
Arúspice
Onde
Me planto em
Pequenas
Saudades
Instantâneas
Que logo vão-se
Pro céu.


domingo, 23 de dezembro de 2012

O menino e o telhado


O menino viu na hera
Um telhado
Sem instinto de
Chão.
O menino
Estripulia de gente,
Também não tinha essa vocação
Não.
A mãe do menino
Pilhou (de pilheria mesmo)
Que Hera era outra hera,
Coisa de Deus e tal.
O menino
Riu nem
Saber de gente
Não tinha intenção.
Na cabeça
Passarinho, árvore, chão
Não hera, era, Hera
Nem não
(mas a hera continuou no telhado).


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Versinho

O verso
É o reverso
Do anverso
Submerso na
Outra pagina da
Mesma folha
Fina
Filigrana
Fugaz, da celulose
Do papel.


domingo, 16 de dezembro de 2012

Coca-Cola


Eu devia
Trabalhar como
As pessoas outras
Laboriosas, correm
Em suas esteiras
No esteio da
Globalização do consumo
Mas definitivamente
Não tive vocação para
Cabresto
Já nasci de vontades
Próprias
Rasgando liberdades.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Cornwall

Olhar daqui
Por derredor
E para além
Destas falésias
Onde a beira
Beijada
Da praia
Pelo mar
Perto do green
Que
Ninguém mais
Visita
Ocupadas
As gentes
Que não lhes deixam
Ver a praia
Beijando o mar
Ceara veranil
Que se ,as vezes
Enche
De almas
Em ondas
Azuis
E furta-cor
Que corroem-se
De amores
Para aspergir-se
Por sobre
A urbe.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O gosto

E, vi no
Rosto
O desgosto
Desgosto e esgar
Do mau gosto
E execração
No dorso
Frio, costeletas de
Sorriso
Contraído
Contravertido, travestido
Desgosto .


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Balaustre

Para além da
Platibanda,
Ha um arco
Ogival,
Por meio do qual
Se vê
A ceara, verdejante
De gentes,
Amantes ,transeuntes
Cheias duma vazies
Torpe,
Empedernidas por seus
Desejos
Que se estendem
Ad eterno
Em prestações
Que não pesam no bolso.


domingo, 2 de dezembro de 2012

Pequeños


Every little river
Come tom y
Inner ocean
And
Would I
Sometimes see
The life of them
And
Clearly feel
The mass
Itself us
That’s go
Building
The routes
My own universe.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Carta a Ezra Pound

As preces
Folheadas, degastadas
Os paços
Parcos, movediços chãos
Por onde se
Descaminha
Olhos costurados
De orações
Para não esquecer
Da iluminura
Superdivina
De não se ver
No espelho.


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ranhuras

Ranhuras no
Chão
Aberto sob nossos
Pés , descalços
Incautos
Fadados ao cansaço
Ao percalço do
Tempo que
Chove
Deserta, os poentos
Chãos por onde
Descaminhos
Para qualquer lugar
Vagam os
Pés
Renhidos ,suarentos
Combalidos,
Pés.



domingo, 11 de novembro de 2012

Corredores


Seguir
Por descaminhos
Agrestes ,funestos estreitos
Para qualquer lugar,
Qual seja
Indiferença perene
De descuidar-se
Do que há, por
Derredor,
Na certeza cinza
Da continuidade, clara
Da iluminura
Que,
Por mais cinzas ( restem)
Tudo sempre volta
A ser manha.


sábado, 10 de novembro de 2012

Ferrugem


Lancinantes laivos
Famintos
Que caem
Das putrefatas almas
Viandantes
Que transeuntam
Pela vida
Das gentes gentis
E coadunam
A funérea falta de escolha
E o esgar de direito
Da mediocridade
Indissociável
Da soldadesca aparvalhada
Que leva n`alma
Pregadas, folhas
Carcomidas de lembranças
E vazios, que se dobram
Uns sobre os outros
Sufocando-as
Para que por fim
Cumpram seu descaso
E morram.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Azaleia

Sem mais
O que procrastinar
De preocupações
No escrutínio
Da mente
Só a dobradura
Do céu
Em pequenas estrelas
Entronadas a noite
Derribadas de dia
Para abrir lugar
Para o azul
Colado em postes
Iguais por toda
Abobada
Despreocupada e celeste.


domingo, 4 de novembro de 2012

Palavra


A palavra
Pretensa, as vezes
Quer ate ser
Paisagem
Pintar de azuis
Luzeiros
Ser retrato
Ou coisa
De tinta sobre papel
Na ânsia
De mostrar, transbordar
Extravasa para o
Mundo que
Não vive
O celeste nos olhos
Sob o guarda-chuva
Que caminha.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Recomeço


O folego
Sôfrego e fugaz
D`ante do mergulho
Que se esforça
Vital
Qual imbróglio
Visceral,
Aberto aos olhos
Ate o horizonte
Colado no limo
Da rocha séssil
Trampolim
Em desuso
Pela gente gentil
Que se já
Não lembra
Nem salto
Nem mergulho.

sábado, 27 de outubro de 2012

O Tao


A senda reta
Sensata e loquaz
Qual acabrunho
Na cara
Velha e sulcada
De tempo.
Da gente
Viva,
Certamente é
Audaz por
Sua propriedade exígua
É mais ,
Não como
A tortuosa correnteza
Em que se vive
Por esses dias
Mas, por certo,
Como
De a véra
Tanto quanto
Busquemo-la.


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Dobradura


O silencio
Em pequenos
Pedaços
Descola da platibanda
Do rosto,
Donde as faces
Moribundas
De saberes ( alfarrábios)
E cai
Sobre tudo o mais
Em derredor
Para pintar
Um mundo desfocado
Nos planos infinitos
Da íris
Nos outros olhos.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Tarde de Espanha



Refestelar-se
Languidamente ao sol
Sob o crivo
Dos teus olhos
Verdes fontes
Profícuas de abundantes
Amores,
Que nunca
De antanho
Se me tivera dado
Banhar-me
O chilrear do merlo
Me observa
De tuas tênues
Faces,De tez rosada e,
Que esta
Quando me olha
Salta com
Tal
Séquito de encontrar-se
Que o salto
Se acaba
Em mim.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Tupiniquim


Amorais
Silviculises , modernas
Que se nos
Inculcam
Meios, em que
Nossa inserção
Adição, é proposta
Das que não
Fugimos mais
Por anuência
De que absorta criatura (?)
Sôfregos
Chilreando por entre
As gentes
Tomemo-nos de supetão
Como que
Irreconhecidos
De nos mesmos.



sábado, 6 de outubro de 2012

Cabana (pop florestal)



Ai de mim
Embotado pela ideia
Da frugal
Cabanicula florestal
Que sobre a tela
Da retina dos
Meus olhos
Se interpôs
Anteontem
E, de pensar
Nessa simples despojadora
Da madeira escura
Com cheiro de
Tempo

Meu tempo
No laguinho para almoçar
E no silêncio
Que se não
Mais precisara dobrar
Do contrario
Se espraiara
Por todo canto
Dos meus olhos
Ate onde
Terminasse
A cama (na janela).


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Aço escovado


Tacanho julgo
Algoz
De toda a gente
Que escorre
Pelas ranhuras
Das janelas
Espelhadas
Das altissonantes
Redundas,
Monolíticas, que
Infestam
A cidadela,
Canhestra urdidura
Na gente
Humana
Que se dela
Abstraiu (e extraiu)
A beleza
Séssil no sorvete
Da criança.



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Um pouco de coisas



Um pouquinho
Dum monte
De coisas
Legadas sobre
A tela
Azul dos olhos
Do outro
Que nos molha
Na fonte.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Noutro



Grandes
Canalhas (nos)
Cheios de
Feitos vultosos
Egoica substancia
Nossos
Dias
Impressos em letras
Times new Roman
Prateadas.


sábado, 22 de setembro de 2012

Para além


Pensei em outrem
(que não era eu)
Caminhei para além
(de mim)
Acabei-me
Por chegar n`alma
(que agora
Somos nos).

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Kiseki


De madrugada
Esboroaram-se as estrelas
Em pó de lume
Transmutaram-se
E, a teus pés
Soprava
O alvo do vento
Que, lambendo a
Douradura chã
Que te substancia
Levar-te-a
Pelos cabelos da
Aurora
Para onde
A lume quente e tu
Serão
Unívoca
Canção de criação.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Sintonia



Na parede dos
Olhos
Poesia fina
Sintoniza as mentes
Desocupadas
De segredo
Pelos becos nos
Ouvidos
Poesia fina
Para desloucar
A gente
Quadrada e séssil
Nas praias
Bocadas
De boca em boca
Na boca do povo
Poesia fina.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Tac-tac

Ai de mim
Dessa prolifica
Grafaçao
De mim para
O papel
Incessante
Que me obriga
Me põe por força
De joelhos
No chão
Do papel
Como
Aguarrás para diluir
E dar matiz
A palavra
Que é
Luz na gravagem
Sublime
Da escritura
Que verte
Na veia do poeta.

domingo, 9 de setembro de 2012

Olhos complacentes

A complacente
Afeição
Na íris do
Teu olho
Desfaz
Minha coragem
E, de súbito
Rubor
Nas minhas
Humílimas faces
E, restamos
Juntos

sábado, 8 de setembro de 2012

Arminho

Pelo chão
Pinta-se de ladrilhos
Ate a curva
O corredor
Donde as portas
Parcas
Servilentes
Macilentas e caladas
Sustentam
As pobres vidas, desta gente
Condoída

De ser bedel
Do que
Para nenhures
Melhor
Ouvir-se-ia
E sob os
Canhestros pés
Pela aleia
Ate o fim
Pinta-se o chão de carmesim.

Raio

Lépida
A esgueirar-se
Pelos entretantos
Cinza
De aço e vida
Baloiçando
Pelas vidraças
Imponentes
E resvalando nas
Pudicas faces
Humanas
Persiste
Para refletir-se
Nos sorrisos
Sinceros e pintar
Tudo o mais
De cor-de-rosa.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Chancela

Da chancela
Subindo-se
Pelo anteparo
Ovalado
Que orla a
Subida
Nas laterais
As azaleias
Rubras e
Laicas que
Pintam em
Derredor
Tudo o
Mais
Nos olhos
Estupefatos
Da gente
Jovem
Despreocupada.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Fachada

Qual gélida
E belicosa
Iluminura
Que na
Augusta cara
Prodigiosa e
Madura
Se instala
Feito a
Corda
Na ceara
Escura.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A hora chegada

Nem gente
Nem coisa
Nem nada
De cara
Com a porta
Silente
Calada
Sem luz (do poste)
Nem tomada
A chave
Que falta
Só a porta
Parada.

domingo, 2 de setembro de 2012

Nasceu


O LINK: http://www.clubedeautores.com.br/book/134066--Seminal

Fulgida

Melindrosa
Como a asa
Invernal
Que fulge
De branco
Sobre as hastes
Gentis
Minh `alma
Se desnuda
Por vezes
Condoída de sua
Augusta posição
Que lhe
Impõe, ilibada
Melancolia
E só.

sábado, 1 de setembro de 2012

Quase pronto

Pairando
Como
Películas finas
No ar
Equilibrando-se
Entre um respiro
E outro
Pisando
Nas desatenções
E acima do
Burburinho
Que a gente
Achincalha
E grita e fala
E geme e chama
Aí, sem que se nem
Percebam
Paira
O cheiro do café novo

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Entre

A palavra riu-se de mim
Leniente
Ente de escrever
Amealhando-me
De cozeduras honrosas
Finos atavios
Delusões
E, por mais que eu
Me debatesse
Acabava
Escrevente.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Thankfulness

I`ve read all
About it
And
May I do
The rainbow?
I knew one time in
The past
For you
If we born
In September
We could`ve see

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ângelus nóvus

É, pois com esgar
E sem qualquer remorso
Que se-nos-disseram
A vida esta morta

E nos, de caras pudibundas
Ralhamo-lhes-nem
Porquanto os algozes
Fomos nos

Morta de a vera
Soterrada sob arestos nefastos
Civilidade
Acorrentada aos quadrupedes
Pongideos de alto espaldar
Cadeiras presidenciais

Esfacelada e desfigurada
Por hordas
Desavergonhadas de
Quilos de informação

Sobre as ranhuras
Imbricadas
De sonhos e ideias
Sofismas e paixões

Propelida de imputações
De um sem fim de
Inutilidades
Frias, em aço escovado

II
Já que se nem lembramo-nos
Mais de
Revolver o húmus morno
Da terra hortelã
Plantar alaranjados sorrisos
Sob o cálido sol
Dos abraços
Filigranas abeis
De milagres do universo

Mas há que se ouvir
Inda que de dentro dos arranha-céus
Se sob a cinzitude hedionda
Da urbe
O alto clarim
Dum arauto qualquer
Que se não deixara morrer
Prenunciando
Desde o parnaso
Plúmbeo e doiro
Ate as hostes confinadas, suburbanas
Que sob os atavios
Da loucura humana
E, nas esquinas
Da mente dos poetas

A vida germinou.

domingo, 19 de agosto de 2012

Dóris


Vultosos
Montes de verdades
Atabalhoados por
Entre os
Outros
Amotinados nas
Mentes incautas
A corroê-las
Carcomidas e
Espicaçadas pelas
Sarjetas nas ruelas
E becos
Amontoados sobre
As cabeças
Da gente torpe
E aparvalhada
Vaticinando-lhes
Todo tipo de
Impropérios


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Caminhada

Caminhada

Da prolifica
Exação
Que se-me
Impõe
Meu achincalhado
Palavrório,
O que se
Pode ver
Sob os olhos
Abaulados
Dos prédios
Que ninguém
Se importa mais
Muito de saber
Do obvio
Nas simples coisas
Desde que
Se-lhes encham
A barriga e os bolsos







quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Pedaço, saudade



Há que se
Saber, da falta
Perene
Que fazem
Os olhos
Molhados
De desejo
No que
A mim concerne
Num sentido
Abstrato
Que é a face
Rubra
D`alegria
Pela saudade(filia)
Que posterga-a
O vau, leniênte
Que se fez
Ate esses
Retalhos


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Costurar


Amealhando
Pedaços
Do teu corpo
Os que
Na mente trago
Te fiz de novo
Como se
Possível fosse
Do eterno
Desejo da carne
Sublimar
Qualcosa
Que parece
Ainda que a grosso modo
Com leve candura
Da realidade
Viva
Do teu sangue
Vervendo rubro
Pela tênue
tez viril

Morning



Desires
Undisclosed
I have to show
To the people
Who I
Don’t know
How
To have
A hunch
In this relationship
Witch a tall people.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Réquiem a Hipocrates

As faces avermelhadas
De fulgor (ou de vergonha?)
E os olhos servientes
Verdes e vivos
No lábio listo uma verdade.
Que não se pode esconder
Mesmo que agora nem saibas
Logo vais me querer

Debruns finos por cada parte
Donde as musas debruçam-se
Aurora sublime, não houve
Como na face tua
Inda agora
Nem Jacinto ,nem Apolo
Nenhum sol como teu sorriso
E se atrevemo-nos a deles fugir
Cooptados somos para sempre
(Talvez por vontade)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pequeños pedaços

Pedaços inacabados
Insólitos
Mas firmes
Na minha mente
Ainda assim
Prestes a precipitarem
Continuam
Vagando em órbita
De mim
Como luzesinhas
De pisca-pisca
Idéias
Coisas sonhos
Digressões desvalidas
Diluídas sem
Potencia
Que logo serão
Parte do eu
Que
Se acha
Em frente ao espelho



Valentine’s day ( na data errada)


I
Luzes felizes em pequenos
Que se no deram observar
Nos olhos alegres
Dos amantes, vivazes a passear
Construindo aos poucos
Pedaços disformes de esperança
Que n’alma imprimem
Doces falas a outrem
Mesmo e ainda
Que nos falte os acalantos
Mais amor há no mundo
Para todos à revelia.

II

As luzes nos olhos, que se amam
E sobejam, pululam à vista
Me põem um pouco deprimido ,mas
Mais esperançoso, afinal se esses
Sorrisos foram a outrem outorgados
Quem sabe, um dia, se não
Recebê-los-ei. Mas ate que seja
Meus estes olhos, só me sobra
Agradecer, pela beleza da vida, que
Que podemos nos viver
Mesmo sob o orvalho, doce
Que nos é dado, tudo mais
Desinteressa, desde que a luz possa
Ainda, no mundo habitar


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Simplicitude



À saber
Nada
Alem da aurora
Que
Se não possa
Intuir
Sobre
Tudo mais
Outrora
A deriva
Pela seiva
Da vida simples
Como o sol
Na face limpa
Infantil


O choro do cântaro e o escritor eterno.




Toda vez que chove ele espera na soleira
Da porta, olhando ao longe para alem do monte.
Acende o cachimbo e põe à mão papel e lápis
A espera que ora ou outra (sem pressa) venha até ele
A inspiração devida.
Uma criança correndo abre a porta
E irrompendo-o de seu sossego eterno, e logo
O escritor desvanece como a bruma primaveril, voltando
Para a eternidade que o guarda.