segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

SONORO

À saber

 

A inconsonancia

Não sabida

Do raio

Entre os gomos

Radares

Solitários

Dum deus póstumo

Semblante azul

Viris

Desconcertos

Cada gomo

Maior

Rolamento e borda

Seguindo

Surda porcaria desvalida

Sem querer

Esquecer

Azul sem mais

Elucubrado

No campo

Que gira fixo

Na cor

Infortúnio

Observar

Onde acaba a amurada

Não corre mais

Nem céu

Nem nada

Olor

Concupiscente

Calada sodomia

Alegre

Sendescente

Luminária aparvalhada

Mais valia sem valor

Dolorosa displicência

Distorcida

Subversão

Nada

Sem nada

Labor enfim

Pujança

Advinda célsis cirrus

Cada roda de antemão

Fluida e adiante

Azul

Yamboé ,anga piru noá

yamboé ,yamboé

 Saber sem querer

E tudo que não se pode

Combustão

Queimando

Parafuso e a borda

Elástico

Do rolo

Da carne

No fundo

Suprimida

Sublime filóide

Ansioso e nada

Cada gomo gemendo, pedaço

Balsamo

Navalha

Certeza pilar,segurando só

Alabastro

Azul no final

Sentado um deus

Górgona capital.

  

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