terça-feira, 11 de janeiro de 2011

À Pena (luis)

As noites de vadiagem por tua

Imaginação

Meu canto outorgante

Sem recinto, sem som.

Por cantos entreabertos arestas

Submerso em  ti

Valeu de certo

Todo por e nascer solar, lunar.

Quasar planeta, longe ou perto.

Cada estrela no céu a ser contemplada

Minha minuta lânguida que despoja-se

De meus insólitos pensares

Cada nuvem e poesia

Cada lagrima valeu

Enquanto na aurora

Eu lhe falava de vida

Diante de tudo o mais

Que ainda desconheço

Prostrei-me ante ti

E tendo visto rolar de tua face também

Uma lagrima  e outra

Mesmo e ainda mais porque força-te

A negá-la ainda assim, decerto valeu à pena.

 

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