quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Noite

Meu olhar

Molhado de saudade

Lacrimejo sem você

Cantiga chorosa

A frágil lembrança de teu rosto

Esvai-se na violenta correnteza que vivo

Essa mórbida saudade que me corrói

Flagelo e agrura de quem ama

Sob o próprio fim

Desamor vil e só

Fria a noite e só

A solitude Arida

Úmida

Chorosa e só

Só apenas só 

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