quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A cor da cidade

Cada gota escorre pintando

Um pequeno pedaço

Outrora em branco

Nasce um lasso

De tal Constancia, servil até.

Uma iluminura nova em cada mente

 Da proficiência capas de tudo tornar

Melhor

Como a esperança vivaz que verve

Sobre o sinza-cimento da cidade, quando.

Colore-se o carvalho de sol poente

Prostra-se o céu incólume

Dobra-se sobre a superfície
Serena e profunda 
Do espelho d´agua 
No castanho dos teus olhos

Debrua-se o canto do milvio

Na infinidade de cada

Pedaço salientado na tua voz.

O burburinho doce da cidade

Conforta.

 

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