segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Requiem

Desconcertado

Peito fundo

Enlaçado

Cada parte disposta

Castiçal brilhante

Na idéia sozinha

Da chaminé

No fundo

Elástico

Suor insalubre

Montanha

Andor

Verbo cognitivo

Perdido

Chatauqua desigual

E se houvesse reparação na cabeça

Ereta pontual

Constante diluída

Vale sem sol

Barquinho desvelado

Como a flor

Que se envaidece

Da beleza incontida (não dita)

Sofrendo por amar

Feliz por sofrer

Sem amor sofreria idem

Sem sofrer amor ibidem

Apenas permanece

Fechada num armário

Sem luz

Sem azul

Sem flora

Sem nada  

Bem pior dissabor

No desamor sangrento

Clave na roda

Desigual

No couro piro grafado

Com opróbrio

Eu próprio

Com a força

Que me imaginas

Ansiar e querer

Na bolha

Sem chiclete

SONORO

À saber

 

A inconsonancia

Não sabida

Do raio

Entre os gomos

Radares

Solitários

Dum deus póstumo

Semblante azul

Viris

Desconcertos

Cada gomo

Maior

Rolamento e borda

Seguindo

Surda porcaria desvalida

Sem querer

Esquecer

Azul sem mais

Elucubrado

No campo

Que gira fixo

Na cor

Infortúnio

Observar

Onde acaba a amurada

Não corre mais

Nem céu

Nem nada

Olor

Concupiscente

Calada sodomia

Alegre

Sendescente

Luminária aparvalhada

Mais valia sem valor

Dolorosa displicência

Distorcida

Subversão

Nada

Sem nada

Labor enfim

Pujança

Advinda célsis cirrus

Cada roda de antemão

Fluida e adiante

Azul

Yamboé ,anga piru noá

yamboé ,yamboé

 Saber sem querer

E tudo que não se pode

Combustão

Queimando

Parafuso e a borda

Elástico

Do rolo

Da carne

No fundo

Suprimida

Sublime filóide

Ansioso e nada

Cada gomo gemendo, pedaço

Balsamo

Navalha

Certeza pilar,segurando só

Alabastro

Azul no final

Sentado um deus

Górgona capital.

  

Verdade

A verdade é que qualquer verdade é parca

para explicar qualquer coisa.Ainda assim

sendo como somos,todos diferentes ,certamente se houvesse 

um alguém que possuísse e mesmo compreendesse 

ideológica mente claro a visionária palavra 

seria de certo tão  sozinho como quasímodo.

Como um sol seria brilhante ofuscante

para a maioria seria,mesmo que quente confortavel

incólume inacessível,jamais palpavel seria certamente

incompreendido.  

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Piauí

Vultosos piauis

Que rompem o céu e os ares

Cornos súbitos de divindade

Égide alta e louca

Vertente da virilidade

O ceio como claro e sólido amor

Rijo desprotegido para mim

Irrompendo todo o resto

O que há ainda incompreendido

Segue-se amando

Juntos

Estando junto conto-me

Pequenas mentiras

Frágeis e vãs

De que o tempo nunca existe

Agora e única eternidade necessária

Que somos como supernovas que

Logo antes de tornarem-se milhões

De pedaços luminosos

Brilham com toda força 

Emfim

Esta profunda confusa

Que não mais me cabe

Ai de mim disposto num

Vau sem ti

Qualquer lânguida vivencia

Não mais careço dela

Ani ledodi vedodi li (eu sou para meu amado e meu amado e para mim)

Ego dilecto meo et dilectus meus mihi et (latim)

Ek is na my geliefde en my geliefde en my (africano dialeto)

 Unë jam i të dashurit Tim dhe i dashuri imdhe mua (albanês)

Ich gehe zu meinem Geliebten und mein Geliebter und ich (alemão)

أنا لحبيبي وحبيبي لي و(árabe)

Ես իմ սիրելի եւ իմ սիրելի եւ ինձ(armênio)

Mən  mənim sevimli sevgili  mənə am (azerbaijano)

 Ja sam za moj dragi i moj dragi i ja(croata)

Jeg for min elskede og min elskede og mig(dinamarquês)

Je suis à mon bien-aimé et mon bien-aiméet moi(francês)

Yr wyf i fy anwylyd a fy anwylyd, ac mi (Gales)                            

मैं अपनी प्रेमिका और मेरे प्रिय और मेरे लिए कर रहा हूँ

(sânscrito)

هستم من به محبوب من و معشوق من و من 

(persa)

Mimi ni mpenzi wangu na rafiki yangu namimi(suahili)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Cafeteria

Corrediças moveis

Atabalhoadas, diligentes

Enjetam vigor

Nas cucas, vazias ou cheias.

De idéias pendentes

Ou de clamor

Colóquios não solícitos

Modos desmedidos

Ate o doce sabem melhor

Do que quem faz o pedido

Lava, relava

Suja, relava

Delicado equilíbrio em mãos cafeteiras

 

Menino

 O frio corta meus lábios

E protejo meus dedos

Entre as mangas

Gemo da frieza gélida

E, clamo à odisséia, busca infinda.

 Nascida e póstuma

Que vaga só a me rodear

O azul dos teus olhos

Aquecem-me

Fitam-me e tudo esta bem.

 

Porto

A brisa leve, sonolenta.

Espreguiça-se sobre as  rosas

Um remanescente da calmaria

Acariciando levemente

Toda a gente

Calamares de cada um

Graciosas aves displicentes

Brancas nuvens, contingentes.

Vão-se com a brisa essas aves

E todas mais, soltas.

Vão unidas bem juntinhas

Asas dadas umas com outras  

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Madrugada

E, teu néctar divino.

Cai sobre mim

Teu corpo moreno, molhado.

Estimulado

Escuto-te a noite

E vejo teus sons, vibrando.

Com teu batimento.

Os teus olhos

Olham-me agora

Castanhos poços d água amaralina.

Profundeza em que me perco 

Mim

E, minha minuta viva.

Grita e canta alta

Mas é tão profundo

E ageuso meu palato sentimental

Certamente creio que

De tanto gritar cansar-se-á

Minha minuta

Diante de ti

Com meus olhos vi

Ecoarem novas portas

Para mais alem

E o som agudo surdo

Coloca-se sobre abismo

Apenas decidir ficar ou

Ninguem 

Cólera

Ó porque choro

Porque canto

Se  tu não me vês

E deságuo em lamurio

Alçada deplorável a minha

Ter-te e não.

Posto a prova desisti

Sem sentido estarei

Nem a vida será igual

De certo porque fruto refinado do amor

Mas ainda assim

Duvias de mim  

Incertesa

 

Estende-te sobre meu

Deleitar de desejos

Sinto supra-sumo de ti

E mesmo assim

Não suporto o peso

De minha açada

Vital.

Que te levara de mim

Hino moto

Sinuosas proposições cadentes

Sobre as arestas, vultosos areópagos.

Desgastados sobre o nada

Querências vazias das coisas

De pensar, dizer.

Luzas diluídas

Sóbrias canções de amor Candido

Vividos sabores desta alvorada

Vezes sem fim

Que nos esquecemos das

Vivas amuradas na memória

 

 

Canto encanto

As ânsias que me consomem

Ardem,caem,chovem

E eu que era triste e distante

Esqueci-me e me lembrei

Em cada ramo das acácias

Lânguidas e frívolas

Como o sol de hoje

Chorei e me declarei

A quem eu quis

E me cansei

Lamuriei meu bem querer

E isso dentro e fundo

Abissal solidão

Revivi em sonho

Noites longas distantes.

A cor da cidade

Cada gota escorre pintando

Um pequeno pedaço

Outrora em branco

Nasce um lasso

De tal Constancia, servil até.

Uma iluminura nova em cada mente

 Da proficiência capas de tudo tornar

Melhor

Como a esperança vivaz que verve

Sobre o sinza-cimento da cidade, quando.

Colore-se o carvalho de sol poente

Prostra-se o céu incólume

Dobra-se sobre a superfície
Serena e profunda 
Do espelho d´agua 
No castanho dos teus olhos

Debrua-se o canto do milvio

Na infinidade de cada

Pedaço salientado na tua voz.

O burburinho doce da cidade

Conforta.

 

Um anjo na chuva

E tuas assas implumes sob a chuva

Ó anjo loiro

Toda essa chuva e para ti

Anjo dourado

Indelével, incólume

Molhado

A chuva cadencia póstuma.

Num vau de tempo

As intempéries do mundo

Que lascam-me pedaços

Meu anjo, de amor ágape.

Que vibra com alternâncias

Púrpura e luminosa 

Noite

Meu olhar

Molhado de saudade

Lacrimejo sem você

Cantiga chorosa

A frágil lembrança de teu rosto

Esvai-se na violenta correnteza que vivo

Essa mórbida saudade que me corrói

Flagelo e agrura de quem ama

Sob o próprio fim

Desamor vil e só

Fria a noite e só

A solitude Arida

Úmida

Chorosa e só

Só apenas só 

Meninos sempre são meninos

A chuva tacida e translúcida

Cai lá fora

Incipto gosto doce e distante

Entreolham-se

A vida e o sonho

 E a luz tremulante

Sucinto e súbito

Acalanto.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Bér

 

De repente apenas de repente

A luz alvorece nova manhã

Como o valhala

Brilhando na aurora

Meu caminho dos deuses

Sei que vem para deleite

Orvalho doce luminoso

Uma luz com braços doiros

E fortes pernas como montanha

Nos olhos lagos profundos

De cumplicidade

Sua coroa alva

Um filho de cem reis

Outrossim (luis)

Meu revoar sem instancias

Retumbante

Na mansidão de teu ser

Refugio-me na alvorada

Não mais o medo

O gorjeio de meu coração

Sobrepuja-me as vontades

E sinto na alma também

Não por menos

Vibra contigo

Dize-me

Amar-te-ei a toda vida

E nada de certo me fará melhor

Sinfonia(luis)

Linhas intrínsecas

Mil rosas perdidas

Caídas em teus pés

Meu canto só

O alaranjado-rosa do céu

Luz refletida do sol

Formando um manto

Concedes-me essa dança

Rodopiando sob as estrelas faiscantes

Que nos protegem

E então ondas de calor

Me sujeito por teu corpo

 Solstício arauto dos atos

Cálido e sem jeito

Acordo.



Novamente(luis)

Em minhas cadencias

Outrossim, estas tu

Vivido

Fugidio escorre

Por entre os dedos

Meu amor para ti

Ó juventude que me põe

A regra, buscar finalmente.

Igualando-se a resvaladiça vida

Minha ébria e tremula

Lisonja, sucinta fluidia.

Refulgura-me dentre tantos

O sol nasce, mas a lua é nova.

Novamente(luis)

Em minhas cadencias

Outrossim, estas tu

Vivido

Fugidio escorre

Por entre os dedos

Meu amor para ti

Ó juventude que me põe

A regra, buscar finalmente.

Igualando-se a resvaladiça vida

Minha ébria e tremula

Lisonja, sucinta fluidia.

Refulgura-me dentre tantos

O sol nasce, mas a lua é nova.

Nith-haiah(luis)

Me incessante poetizar

Olho-te novamente

Agora  se preocupa-se

O cabelo

A blusa

O andar, tudo.

Os olhos profundos

De quem tudo observa

E nada vê

Virilidade que ebule

Para o gozo do meu corpo

Nith-haiah(luis)

Me incessante poetizar

Olho-te novamente

Agora  se preocupa-se

O cabelo

A blusa

O andar, tudo.

Os olhos profundos

De quem tudo observa

E nada vê

Virilidade que ebule

Para o gozo do meu corpo

Silente (luis)

O bater do teu coração me faz cochilar

Na mansidão de teu peito

Rijo, viril

Me aconchego como

Filhote protegido

A salvo

Mãos quase desajeitadas

Roçam meus cabelos

Ancoro-me em teu abraço

Teus braços fortes, morenos.

Confortam-me facilmente

E quando acordo de súbito

Um ultimo raio de sol

Na ceara

Reluzem teus olhos castanhos

O céu num tom

Róseo-ocre

E por fim teus lábios

Ilícitos a mim

Mostram-me que por vezes

Pode-se driblar o impossível

Silente (luis)

O bater do teu coração me faz cochilar

Na mansidão de teu peito

Rijo, viril

Me aconchego como

Filhote protegido

A salvo

Mãos quase desajeitadas

Roçam meus cabelos

Ancoro-me em teu abraço

Teus braços fortes, morenos.

Confortam-me facilmente

E quando acordo de súbito

Um ultimo raio de sol

Na ceara

Reluzem teus olhos castanhos

O céu num tom

Róseo-ocre

E por fim teus lábios

Ilícitos a mim

Mostram-me que por vezes

Pode-se driblar o impossível

Bozzolo (luis)

 No alforge de meu corpo

Minh`alma

Grita por você

E este corpo

Incerto deveras busca

Desvairado teu olhar

Mas, se não me vês.

Não me mereces.

Bozzolo (luis)

 No alforge de meu corpo

Minh`alma

Grita por você

E este corpo

Incerto deveras busca

Desvairado teu olhar

Mas, se não me vês.

Não me mereces.

Vida (luis)

Um oscilante raio de luz

Que pela porta entra

Um sexo a flor

E ai o medo

Da pele alva, e sinuosa.

De teu corpo inteiro

De, quem sabe, a vida.

No murmúrio do mar

Da lua

Da rua

Ou de ter-te nu

E não sobre a luz da lâmpada

Ou sem vestes

Mas de ter nu o âmago de tua alma

Medo de teus olhos esverdeados

Jaspe nórdico

De teus cabelos e sua bossa

De saber

De querer

Medo ainda da entrega

Vertiginosa que alço

Ate ti 

Vida (luis)

Um oscilante raio de luz

Que pela porta entra

Um sexo a flor

E ai o medo

Da pele alva, e sinuosa.

De teu corpo inteiro

De, quem sabe, a vida.

No murmúrio do mar

Da lua

Da rua

Ou de ter-te nu

E não sobre a luz da lâmpada

Ou sem vestes

Mas de ter nu o âmago de tua alma

Medo de teus olhos esverdeados

Jaspe nórdico

De teus cabelos e sua bossa

De saber

De querer

Medo ainda da entrega

Vertiginosa que alço

Ate ti 

Vida (luis)

Um oscilante raio de luz

Que pela porta entra

Um sexo a flor

E ai o medo

Da pele alva, e sinuosa.

De teu corpo inteiro

De, quem sabe, a vida.

No murmúrio do mar

Da lua

Da rua

Ou de ter-te nu

E não sobre a luz da lâmpada

Ou sem vestes

Mas de ter nu o âmago de tua alma

Medo de teus olhos esverdeados

Jaspe nórdico

De teus cabelos e sua bossa

De saber

De querer

Medo ainda da entrega

Vertiginosa que alço

Ate ti 

Ontem(luis)

 

Sonhos lúcidas de rija clareza

 Minha cólera se esvai

E então em tua presença

Esmoreço, gemo de prazer.

Teu corpo moreno

Noite que perdura

Enegrecidos teus olhos e corpo

Tomado de castanho cobre

Amamo-nos e o ínfimo torna-se

Infinito na noite escura

Ontem(luis)

 

Sonhos lúcidas de rija clareza

 Minha cólera se esvai

E então em tua presença

Esmoreço, gemo de prazer.

Teu corpo moreno

Noite que perdura

Enegrecidos teus olhos e corpo

Tomado de castanho cobre

Amamo-nos e o ínfimo torna-se

Infinito na noite escura

Insa (luis)

Póstumas as tempestades chuvinhentas

Tenebrosas do contrario não a luz

Mas mais apetecível parece.

Aprofundar-me no abismo escuro

Dos teus ombros.

Deixar-me envolver, incólume.

Por tuas mãos

Sentir teu cheiro, adormecer.

Na profundeza de teu peito

Acordar sob alvos lençóis de tua cama

Trazer-te café quente

Pra te acordar        

Molhar meus olhos de tua beleza

De teu cabelo, tua face.

Cingir teus lábios com meus beijos

Longos paraísos da eternidade deste amor.

 

 

Fitar (luis)

Fiz-te um ébrio galantear

Mas, na já sabida desesperança.

Tornei a me consolar

Pois era tal teu descaso

Por meu amor

Que então me fiz calar

Esse abissal silencio

Insuportável

De conluio com a saudade

Embota minha consciência

Estardalhaça meu coração

Reprime-me com medo

Como se houvesse qualquer coisa

Qualquer réstia de esperança

Mas ainda te amo 

À Pena (luis)

As noites de vadiagem por tua

Imaginação

Meu canto outorgante

Sem recinto, sem som.

Por cantos entreabertos arestas

Submerso em  ti

Valeu de certo

Todo por e nascer solar, lunar.

Quasar planeta, longe ou perto.

Cada estrela no céu a ser contemplada

Minha minuta lânguida que despoja-se

De meus insólitos pensares

Cada nuvem e poesia

Cada lagrima valeu

Enquanto na aurora

Eu lhe falava de vida

Diante de tudo o mais

Que ainda desconheço

Prostrei-me ante ti

E tendo visto rolar de tua face também

Uma lagrima  e outra

Mesmo e ainda mais porque força-te

A negá-la ainda assim, decerto valeu à pena.

 

Insa

Póstumas as tempestades chuvinhentas

Tenebrosas do contrario não a luz

Mas mais apetecível parece.

Aprofundar-me no abismo escuro

Dos teus ombros.

Deixar-me envolver, incólume.

Por tuas mãos

Sentir teu cheiro, adormecer.

Na profundeza de teu peito

Acordar sob alvos lençóis de tua cama

Trazer-te café quente

Pra te acordar        

Molhar meus olhos de tua beleza

De teu cabelo, tua face.

Cingir teus lábios com meus beijos

Longos paraísos da eternidade deste amor.

 

Insa

Póstumas as tempestades chuvinhentas

Tenebrosas do contrario não a luz

Mas mais apetecível parece.

Aprofundar-me no abismo escuro

Dos teus ombros.

Deixar-me envolver, incólume.

Por tuas mãos

Sentir teu cheiro, adormecer.

Na profundeza de teu peito

Acordar sob alvos lençóis de tua cama

Trazer-te café quente

Pra te acordar        

Molhar meus olhos de tua beleza

De teu cabelo, tua face.

Cingir teus lábios com meus beijos

Longos paraísos da eternidade deste amor.

 

Insa

Póstumas as tempestades chuvinhentas

Tenebrosas do contrario não a luz

Mas mais apetecível parece.

Aprofundar-me no abismo escuro

Dos teus ombros.

Deixar-me envolver, incólume.

Por tuas mãos

Sentir teu cheiro, adormecer.

Na profundeza de teu peito

Acordar sob alvos lençóis de tua cama

Trazer-te café quente

Pra te acordar        

Molhar meus olhos de tua beleza

De teu cabelo, tua face.

Cingir teus lábios com meus beijos

Longos paraísos da eternidade deste amor.

 

Soneto de ti . (luis)

Teu riso me verve as faces

Que veemente

Alegra-se

 

Com olhos e corpos

Voláteis e cantantes

Interceptas as mesmas

Perto e longe

 

Jacintos longos de teus cabelos

E discos de luz

Que te livram

 

Eu eco me dôo e tu nárco

Apático

Na noite lúcida e vã.

Soneto de ti . (luis)

Teu riso me verve as faces

Que veemente

Alegra-se

 

Com olhos e corpos

Voláteis e cantantes

Interceptas as mesmas

Perto e longe

 

Jacintos longos de teus cabelos

E discos de luz

Que te livram

 

Eu eco me dôo e tu nárco

Apático

Na noite lúcida e vã.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Sutil

Aguda por entre as arestas

Uma voz de toda

Viril

Sob um único olhar

E dentro ebulo

Apenas tu que dentre os mais afins

Profundo na pureza do meu ser

Sucinto amor vasto e longo.

Sutil

Aguda por entre as arestas

Uma voz de toda

Viril

Sob um único olhar

E dentro ebulo

Apenas tu que dentre os mais afins

Profundo na pureza do meu ser

Sucinto amor vasto e longo.

Eu e a chuva...

 A chuva cálida caia la fora

E mais ainda sobre mim

Se nest´hora ,fostes tu esta chuva

Eu vibraria e cantaria para ti

 E por longas noites me deliciaria

Dançando sob esta chuva

Mas de antemão á meu amor e

Prazer à chuva não és tu

 E insiste em cair

E tenta me acalentar com suas doces

Lagrimas aquecidas pelo ar

Mas não és tu

Ai  desvaneço, debruo-me de solidão

Pois  agora o calor  dela me faz ansiar                             

Por teu amor

Mas eu sei, só sei.

 Cai alquebrando minha força e resistência

Impondo-me  a verdade

Não estais aqui e não podes cair sobre mim

Ei de trocar essas lagrimas  acaloradas

Pujantes de amor

Por teu suor quente misturado ao meu

E teus lábios me cingirão as faces e a boca

E teu arfar ardente de vontade e desejo

Por vezes incontáveis

E seremos um

 A completa obra de nós mesmos

Um encontro entre universos

Então nada á saber

Nenhuma aresta á preencher

Apenas a extensão onipresente

Da vida

Um arauto de cumplicidade

Completa

E o mundo sem sentido vale a tentativa.

 (8:25 de um dia sem data) 

Untitled

  Condicionadores

 

Essas   partículas-omda o plural de médium, do grego meio

 Neste caso os de transmissão da informação.

Que dever-nos-iam informar apenas ,parecem

Tão somente como anjos engravitantes, nos incumbir embuir

Sugerir ate, de forma clara ou subliminar.

Sopram aqui e ali ou mesmo soam altos clarins

A saber, nos desencorajam o pensamento critico.

Desvalorizam e ridicularizam o que de fato nos deveria ser fundamental

Dizem-nos ai que nossas vidas e nossos sonhos

Os dos que se atrevem a fazê-lo, são insignificantes ou inalcançáveis.

Ou mesmo desimportantes.

 

Destroem logo cedo nas escolas quais quer relações sociais saldáveis

E a possibilidade de compreensão, dispondo as crianças em grupos.

E orientando-as a dividirem-se ainda mais.

Julgam bons e maus por quanto obla cada família.

Fazem-nos crer que nossa vida quotidiana, cada pedaço ou espressao de amor.

Ou afeto qualquer coisa que tomemos como realidade

Ciência, religião ou ideologias são desajustadas dos padrões.

Transformam o que poderia ou deveria ser uma experiência maravilhosa

Esplendida, nesse caso nossas próprias vidas em algo que não desejamos.

Queiramos ou possamos querer jamais.

Olhamo-nos no espelho e vemos um dantesco retrato dia após dia

Ainda por cima culpam-nos de algo intrínseco que nem sequer conhecemos

Não contentes com o fato de tornar a cada um de nos

Caixas de pandora ambulantes

Vendem-nos um modelo do que realmente precisamos

Por sorte

 

Criam um perfil um pacote completo do que devemos comer,

Fazer em cada aspecto de nossas vidas. O que você deve sentir

Vestir e beber para se ajustar ao padrão ou para fazer parte de algo

Qualquer que seja o grupo, como devemos pensar escolher e falar.

Mesmo os conceitos mais íntimos em nosso subconsciente estão lá

Postados como sentinelas atrozes para manter-nos sempre presos

A qualquer coisa que nos digam ser o melhor ou mais correto

Mais ético mais na moda ou atualizado.

 

Vendem-nos coisas inalcançáveis  como perfeição ,certeza comforto

Oferecem-nos um creme de milho sintético produzido industrialmente

Por uma maquina ligada em um provedor ligado a uma rede elétrica

Os quais certamente desprovidos de paladar, tato ou mesmo de língua

Músculos ou enzimas para saber o gosto do mesmo.

Mas por conta da vida que levamos

Correndo atrás  deste graal que torna-nos aceitável

Esta solução que nos empurram boca abaixo

Engolimos a pastosa substancia sem gosto, carregada de hormônios.

E dioxinas que para variar estão rotuladas ou catalogadas.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Nova Mu



Sombras do amanhã que se foi
Mortiças rudes,que
nos forçam a alcançar...
Velhas lágrimas póstumas
que nascem em tuas flores azuis
E o sol volta sobre teus olhos
Passa o horizonte que
de longe reserva, o sétimo selo
que cairá sobre nós.
Agora a chuva inda cai e
estamos vivos...
As escolhas não são mais necessárias
e nossos olhos estão cobertos
do orvalho da noite que se foi.


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Lophophoras


A metáfora em si
doce chautauqua das idéias
fundo branco
Para paixões e fogo brando.
Vida que verve absorta
inadvertida
da forma de cada pedaço
de coisa alguma que represente
Ação imaginativa
explicação desconexa
Mil palavras insossas
não mais que alamedas
Hoje vazias

terça-feira, 4 de janeiro de 2011



Marcas e tegeitos

Toda essa coisa de natal,reveillon
tradições, transgreções e também na falta
de um café melhor que o meu;além de
nao escrever a dias, me vi embuido à escrever sobre
uma ulcera que tencorroido minha mente e varrido ate as
camadas mais sinuosas da minha sombra.
A ideia em questão é tao simples e perturbadora que
põe em cheque tudo em que se acredita. A ideia é e-se.
Bem e-se tudo o que construimos vida e morte
arquetipos,estereotipos,leite desnatado e gordura trans
lipoaspiração e botanica se na verdade tudo isso for apenas ilusão
do nosso ego?
E-se exeistencia e antimateria,mushishis e atomos
nirvana e valhalla,simbolismos e musica folk,
SE no final tudo isso for uma cortina tenue
entre você e a realidade.emfim
E_SE ?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011


Edith Piaf

Composição: Michel Vaucaire / Charles Dumont


Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!

Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié,
Je me fous du passé!

Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux!
Balayé les amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...

Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!