sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Wo ai ni
Potumas as tempestades
Chuvinhentas e tenebrosas, do contrario
Nao a luz
Mais apetecivel parece aprofundar-me
No abismo escuro de teus ombros
Deixar-me envolver,laxivo,por tuas mãos
Sentir teu cheiro e adormecer
Na profundeza de teu peito

Acordar sob alvos teus lençóis
Fazer-te café ao acordar
Molhar meus lhos de tua beleza
De teu cabelo , teus olhos
Cingir teus lábios com meus beijos
Longos paraísos da eternidade.



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